QUANDO OS PATOS NÃO FLUTUAM

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Peço lisenaça a você, caro internauta para compartilhar uma mensagem que não esta ligada exatamente ao mercado imobiliário mas é muito importante para as famílias em geral. Sempre procuro fazer isso em nosso blog, compartilhar de coisas importantes mesmo que não estejam ligadas diretamente ao mercado imobiliário. Retirei esta mensagem de uma revista que recebo regularmente, aproveito a oportaunidade para lhe indicar. A assinatura desta revista, atualmente (2012) custa R$5,00 anuais. Acredite, é isso mesmo: Cinco reais por ano! E você pode ser acesso a todo o conteúdo gratuitamente pelo link: http://www.lds.org/liahona/2012?lang=por
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Tudo começou com o presente
surpresa que papai trouxe
para suas três flhas. Espiando
dentro da caixa de papelão, de onde
se ouviam pios, demos gritinhos
de alegria. Patinhos! Mal podíamos
esperar para estender a mão e pegar
um deles. Fizemos tanto alvoroço em
volta do papai, que ele quase derru-
bou a caixa.

“Vamos com calma, meninas!”
disse ele, rindo. “Há um para cada
uma de vocês!” Foi uma surpresa
pegar aquele minúsculo patinho na mão.
Segurando-o com cuidado, seu corpo
quentinho parecia um pouco maior
do que uma moeda e não pesava
quase nada. “Nossa, que levinho!” exclamei.
“Não é à toa que os patinhos futuam
na água!” Papai deu uma risada enquanto
ia para junto da mamãe, na cozinha.
Papai gostava muito de inventar
surpresas, especialmente aquelas que
faziam a família sorrir. Foi então que
me lembrei da piscina de plástico.
Seria um lar perfeito para nossos
patinhos.  “Nora, pegue a velha piscina de
plástico lá na garagem”, disse eu para
minha irmã.

Enquanto enchíamos a piscina de
água límpida e fria com a mangueira
do quintal, começamos a examinar
nossos patinhos e dar nomes para
eles. O meu tinha uma manchinha
marrom na sua pata redonda e ridi-
culamente grande.De repente,
lembrei-me de minhas amigas.
Elas ririam de mim, quando
me vissem tão entusiasmada com
aqueles bichinhos de estimação.
Então, lembrei-me de que elas não
estariam na cidade nos próximos
dias. Os pais delas deixaram que elas
fossem acampar nas montanhas da
redondeza. Elas iriam seguir de bici-
cleta por uma velha trilha de terra,
escolher um lugar para acampar e
armar uma barraca. Iriam divertir-se
um bocado e voltar para casa no dia
seguinte, rindo e falando de seu acam-
pamento. Minha mãe não me deixara
ir. Ela disse que eu era jovem demais!
Quando a piscina encheu, nos
reunimos em volta dela, antecipando
com ansiedade aquele momento.
Colocamos nossos patinhos que
batiam as asinhas e grasnavam na
água, e PLOFT, eles foram direto para
o fundo. Todos os três afundaram!
Mergulhamos o braço na piscina e
salvamos os pobrezinhos que quase
se afogavam. O que tínhamos feito
de errado? Não estávamos pedindo
que fzessem algo difícil, como nadar.
Tudo que tinham que fazer era futuar.
Aquilo não era fácil para um pato?
“O que aconteceu?” perguntou
minha irmã.
“Acho que os pegamos de
surpresa!”
Todas concordamos que era como
quando os bebês aprendem a andar.
Às vezes eles caem. Concordamos em
tentar de novo.
“Um, dois, três, já!”
Tchibum! Tchibum! Tchibum! —
direto para o fundo como bolas de
chumbo.
Felizmente para os patinhos,
nenhuma de nós teve coragem de
insistir na teoria de que eles só pre-
cisavam de um pouco de prática.
Quando Nora sugeriu que usássemos
o secador de cabelo nas penas deles,
fomos correndo para dentro de casa.
Gentilmente, minhas duas irmãs

secaram os patinhos com
meu secador cor-de-rosa
enquanto eu procurava um
telefone na lista.
“Alo, senhor? Acabamos
de comprar, ou melhor,
nosso pai acabou de com-
prar três patinhos. Sim,
senhor. Bem, tem um pro-
blema com os nossos patos.
Sabe, preferíamos que
nossos patos futuassem.”
O que o homem disse
foi uma surpresa para mim.
Não percebi que havia
aprendido tanta coisa
até tentar explicar para
Nora e Suzy: “Sabem,
a penugem deles
não repele a
água. Ela se
encharca imediatamente.
Temos que esperar uma ou duas
semanas para que o corpo deles
produza a oleosidade que torna suas
penas à prova d’água”.
“Mas isso não é verdade”, retrucou
Nora. “Já vi patinhos seguindo a mãe
para dentro do rio. Eles tinham só
alguns dias de vida.”
“O homem explicou
isso para mim. Quando os
patinhos nascem, a mãe os
envolve com sua asa para
mantê-los aquecidos. O
óleo das asas da mãe passa
para os patinhos. Com
a mãe, eles conseguem
futuar. Quando estão
sozinhos, precisam fcar
um pouco mais velhos,
antes de estarem seguros
na água.”
Foi então que minha
mente se voltou para as
montanhas próximas, pen-
sando nas minhas amigas
em sua barraca. Talvez
minha mãe simplesmente
quisesse me manter sob
suas asas por um pouco
mais de tempo. Acariciei as costas de
meu patinho com o dedo.
“Vamos mantê-lo longe da piscina
por enquanto, pequenino”, prometi
para ele. Depois, refetindo um
pouco, perguntei: “Você sente falta da
sua mãe?”

Fonte:  www.lds.org.br
A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

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RECEBER BEM É UMA ARTE

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Perspectiva ilustrada do espaço gourmet do Empreendimento Art de Vivre – Santana – São Paulo
Acabou de conquistar seu novo lar? A felicidade é contagiante, não é mesmo? E nada melhor do que dividir essa ocasião especial com as pessoas que amamos. E, claro, receber essas pessoas significa abrir as portas da sua nova casa e transformar o encontro em um momento especial.

Para isso, separamos algumas dicas simples de como receber bem. Nesse primeiro post, trouxemos conselhos da conceituada jornalista e consultora de etiqueta Claudia Matarazzo para os anfitriões:

- Sinta-se à vontade e aja naturalmente, mas deixe o desleixo de lado;
- Una, inicialmente, um pequeno grupo de convidados. Assim fica mais fácil administrar a situação;
- Mostre a sua personalidade por meio de arranjos florais e uma mesa bem decorada;
- Nunca comece a arrumar a bagunça da festa antes dos convidados irem embora;
- E, o mais importante, DIVIRTA-SE. A alegria contagia!
CLAUD

Fonte: Cyrela

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Imóvel novo ou usado? Qual se adequa melhor ao seu perfil?

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Por InfoMoney, InfoMoney

SÃO PAULO – O período de compra de um imóvel, sobretudo daquele que vai abrigar a família, não é fácil. As preocupações são diversas e, entre elas, está a que diz respeito sobre as vantagens e desvantagens da compra de uma casa ou apartamento novo ou usado.

De acordo com a Tibério Construções e Incorporações, quem tem dúvidas sobre a compra de um imóvel novo ou usado deve analisar o perfil da família antes de optar por um ou outro.

Reformas

Além de observar quesitos como localização, preço de condomínio, entre outros, na hora de comprar um imóvel, as pessoas devem verificar se a propriedade em vista atende aos desejos e necessidades da família ou se será preciso reformar.

Caso o imóvel esteja pronto, independentemente de ser novo ou usado, o comprador deve considerar os custos da reforma, sendo indicado solicitar a avaliação de um arquiteto, para saber se a obra é viável e ter uma estimativa dos custos das alterações.

Nos imóveis ainda em construção, é possível personalizar alguns ambientes, conforme as possibilidades oferecidas pela construtora.

Manutenção e tamanho

Quem está de olho em um imóvel também deve estar atento aos custos de manutenção. Assim, se a opção for por um imóvel usado, é preciso checá-lo e se certificar de que não há nenhum problema grave.

No que diz respeito ao tamanho, geralmente os antigos são maiores. Por outro lado, ressalta a construtora, os imóveis novos, mesmo mais compactos, são planejados para atender às necessidades de espaço das famílias modernas.

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Declaração de bens imóveis

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“Como vejo que o tema ‘Ganho de Capital’ tem preocupado muitos usuários de nosso blog estou compartilhando algumas perguntas que encontrei para que possa esclarecer  dúvidas de nossos amigos internautas:

11/03/2011 às 22:46 \ IR 2011Imóveis

Sylvie N. – Vendi um pequeno imóvel em 2010 por 30 mil reais. Recebi imediatamente 25 mil reais e o restante será pago somente neste ano. Como devo declarar estes 5 mil reais que receberei em 2011? Como o comprador tem de declarar o saldo a pagar?

O valor de 5 mil reais terá de ser declarado apenas na declaração de imposto de renda da pessoa física referente a 2012, na ficha de Bens e Direitos. Já o comprador deverá declarar o pagamento na Ficha de Pagamentos e Doações Efetuados.

Guarany C. – No ano passado, repassei ao meu filho, por transferência bancária, 80 mil reais e fizemos uma escritura de compra e venda de imóvel com o condicionante de receber o apartamento em 2014. A operação por contrato de compra e venda tem valor legal? Como podemos fazer a declaração para o IR? É possível, por acaso, omitir essa operação junto à Receita Federal, ficando o imóvel com se fosse de sua propriedade?

O doador terá de informar a transferência na ficha de Pagamentos e Doações Efetuados. Já o donatário precisa declarar a importância recebida na ficha de Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, linha 10. O apartamento, por fim, deverá ser declarado na proporção de propriedade de cada um dos contribuintes.

Fabio – Comprei um imóvel em 2002 e pretendo vendê-lo neste ano para pagar as “chaves” de um apartamento que comprei na planta em 2010. Este imóvel ficará pronto neste ano. Paguei algumas parcelas no ano passado e existem outras a serem pagas. Como devo declarar as parcelas que já quitei? Como venderei meu apartamento por valor maior do que comprei em 2002, terei de pagar algum imposto? Se o prazo para entrega do imóvel se encerra em setembro deste ano, devo vender meu apartamento atual somente em abril, para ficar dentro do prazo de 180 dias?

As parcelas pagas deverão ser declaradas na ficha de Pagamentos e Doações Efetuados e computadas no valor do imóvel informado na ficha de Bens e Direitos da declaração de imposto de renda de 20011. Já a baixa do imóvel, por ocasião da venda, deverá apenas ser declarada na DIRPF 2012. Você terá ainda de apurar o ganho de capital. Neste caso, a isenção (para ganho de capital) não se aplica porque a alienação do imóvel é posterior à aquisição do outro.

Ronaldo S. – Minha sogra faleceu no ano passado, deixando como herança para a minha esposa 50% de propriedade de uma casa no valor aproximado de 400 mil. Como proceder para incluir este imóvel na declaração de minha esposa, uma vez que minha sogra era isenta de apresentação de declaração de imposto de renda e a Receita Federal considera para efeito de tributação a alíquota de 15% incidente sobre a diferença entre o preço constante da declaração do espólio e o preço real do bem?

Considerando o valor aproximado do bem de 400 mil, se compatível com o valor de custo de aquisição, a sogra, na verdade, encontrava-se obrigada à entrega da declaração de imposto de renda de pessoa física. Nesse caso, essas declarações devem ser apresentadas em nome da pessoa falecida. O ganho de capital eventualmente a ser apurado pelo espólio será devido no caso de o valor de transmissão do bem ser superior ao seu custo de aquisição. Expedido o formal de partilha, deverá ser entregue a Declaração Final de Espólio e incluído o porcentual de 50% da propriedade para a contribuinte herdeira na ficha de Bens e Direitos.

Sidnei B. – Como atualizar o valor de bens imóveis? Tenho uma casa, cujo valor está sem atualização há muito anos (aproximadamente desde 1995). Posso ajustar na declaração do imposto de renda de 2011 para o valor de mercado? Se existe essa possibilidade, há alguma tabela parâmetro reconhecida pela Receita Federal?

A atualização de valor dos bens imóveis já não é mais permitida desde 1995.

Daniela A. – Estou em dúvida sobre o valor de bem imóvel a ser declarado. Tenho uma casa pré-fabricada de madeira em um terreno. A escritura registra apenas o terreno. O IPTU é cobrado como terreno e construção. Porém, há muitos anos que a residência vem sendo declarada como casa e terreno nos respectivos valores de 19 mil reais e 20 mil reais – que foram os valores de aquisição em 1997. Agora, estou perto de vender o imóvel por 500 mil reais. Devo fazer alguma atualização de valor declarado para não haver muita discrepância?

Conforme a resposta dada ao Sr. Sidnei (acima), reitero que a atualização de valor dos bens imóveis não é mais permitida desde 1995.

Gentil M. – Como devo dar baixa do imóvel na declaração de 2011? O valor da venda deve ser informado na coluna “situação em 31/12/2010”? O nome do comprador deve ser informado no campo descrição ?

O campo situação em 31/12/2010 deverá ser deixado em branco para que seja evidenciada a baixa do imóvel. Já os dados relativos à venda (nome do comprador, valor de venda, entre outros) terão de ser declarados na coluna Discriminação do bem informado na ficha de Bens e Direitos.

Leandro O. – Minha noiva e eu compramos um imóvel em 2010. Demos 35 000 reais de entrada utilizando os nossos saldos de FGTS, metade de cada um. O restante foi financiado pela Caixa Econômica Federal em nome dos dois, ou seja, utilizando ambas as rendas. Fazemos declarações separadas.

- Declaramos em nome de apenas um dos dois? Lançamos os valores nas duas declarações, divididas de acordo com a proporção do financiamento calculado pela Caixa?

Em se tratando de união estável há mais de cinco anos comprovada mediante prova de coabitação existente, os bens móveis ou imóveis adquiridos na constância dela deverão ser declarados na proporção de 50% para cada um.

- Cada um declara sua parte sacada como rendimento não tributável? Caso seja possível registrar o imóvel em apenas uma das declarações, na minha, por exemplo; ela deve declarar uma doação no valor do FGTS resgatado por ela para mim para uso na compra do imóvel?

O saque do FGTS deverá ser declarado individualmente na ficha de Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, linha 03.

- Caso seja possível declarar o imóvel no nome de apenas um dos dois, devemos fazer alguma observação na declaração do outro?

O imóvel deverá ser declarado na proporção de 50% para cada um dos contribuintes.

Fonte: Veja.com

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EUA seguem apoiando papel do FMI contra crise, diz Geithner

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14-10-2011

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, disse hoje, em entrevista à CNBC, que o país ajudará os europeus a lidarem com a crise da dívida por meio do Fundo Monetário Internacional (FMI), ao invés de usar diretamente seus recursos.

Segundo o Geithner, o FMI já tem recursos muitos substanciais que poderiam ser disponibilizados como um apoio financeiro para a União Europeia. “Se a Europa tiver uma estratégia ampla em andamento que parece fazer sentido e usar seus amplos recursos financeiros, então nós ficaremos felizes em ver o FMI desempenhar um papel contínuo”, disse Geithner.

O secretário do Tesouro disse que os governos da União Europeia precisam assumir um compromisso claro de que disponibilizarão tantos recursos quanto forem necessários. Segundo Geithner, o uso de dinheiro dos contribuintes norte-americanos por meio do FMI para ajudar a Europa era apropriado, mas ele não sugeriu que os EUA deem mais dinheiro para o FMI ou destinem fundos para o problema diretamente. “Nós temos um grande interesse que a Europa avance com isso e solucione isso”, disse o secretário.

Quando questionado sobre os manifestantes em Wall Street, Geithner afirmou que eles querem ver um crescimento econômico maior. O secretário disse ainda que o Congresso dos EUA deveria aprovar o plano do presidente do país, Barack Obama, para empregos, ou, então, a “economia ficará mais fraca”.

Ele também afirmou que a desvalorização do yuan e os subsídios da China para empresas domésticas estão afetando o crescimento mundial. “Nós temos um grande problema com a China, como um país, uma economia, e isso é um problema global”, disse Geithner.

O secretário declarou que apoiava o plano do Senado norte-americano sobre a moeda chinesa. Ele disse, porém, que, se o plano for aprovado, teria de ser alterado para reconhecer os compromissos internacionais que os EUA já fizeram. As informações são da Dow Jones.

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Boa safra contribuiu com salto de exportações no PIB, avalia Rosenberg

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Por Tainara Machado | Valor

SÃO PAULO – A boa safra agrícola colaborou para que o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre não fosse negativo, avaliou Thaís Zara, economista-chefe da Rosenberg & Associados. Pela ótica da oferta, o setor agropecuário foi o único que apresentou expansão na passagem entre o segundo e o terceiro trimestres, na série com ajuste, mostrou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As exportações, com a ajuda da produção agrícola, também avançaram 1,8%.

Para Zara, assim como para outros economistas consultados pelo Valor, o fato inesperado nesta divulgação das Contas Nacionais foi a desaceleração de serviços, que recuaram 0,3%, sempre na comparação entre o terceiro trimestre e o segundo, com ajuste. Para a economista, esse comportamento não apareceu antes em outras divulgações, como a Pesquisa Mensal do Comércio, também do IBGE, por diferenças de metodologia.

“O resultado teve caráter de acomodação, após muitos trimestres de alta, mas deve voltar a crescer”, afirmou a economista. Na mesma base de comparação, o PIB registrou expansão nula. A retomada, afirmou Zara, não deve contar com estímulos adicionais por parte do governo, que deve, no máximo, incentivar o crédito por meio dos bancos públicos.

Diante dos novos dados, Zara está revistando a perspectiva para o quarto trimestre e também para 2012.

(Tainara Machado | Valor)

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Após alertar países do euro, S&P pode cortar nota de fundo europeu

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Por Juliana Cardoso | Valor

SÃO PAULO – Um dia depois de levantar a possibilidade de rebaixamento da nota de crédito de 15 países da zona do euro, a agência Standard & Poor’s (S&P) volta à cena ao colocar o rating de longo prazo “AAA” do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (EFSF, na sigla em inglês) em observação (CreditWatch) com implicações negativas.

“O CreditWatch com perspectiva negativa indica, em nossa opinião, que existe ao menos 50% de probabilidade de que o rating vai ser reduzido no curto prazo”, notou a S&P.

Ontem, a agência avisou que a Alemanha e a França estão entre os países que podem ter sua nota de crédito reduzida nos próximos três meses. Ao justificar a iniciativa, a S&P observou que, em sua visão, aumentaram as tensões sistêmicas na zona do euro nas últimas semanas de tal maneira que agora podem pressionar a classificação da zona do euro como um todo.

(Juliana Cardoso | Valor)

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Imóvel nos EUA: boa ou péssima opção de investimento?

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São Paulo – O encarecimento dos imóveis no Brasil nos últimos anos e o fato de eles terem ficado mais baratos nos Estados Unidos no mesmo período fez com que muitas pessoas se interessassem em adquirir um imóvel no país norte-americano, seja com o objetivo de passar períodos de férias, seja com a intenção de investir.

Mas será que a compra de uma casa ou um apartamento nos Estados Unidos pode ser uma alternativa interessante de investimento? Empresários do setor imobiliário divergem sobre esta questão.

Para o sócio e diretor da Vitacon Incorporadora, Alexandre Lafer Frankel, comprar residências nos EUA para ganhar com a valorização do bem não é uma boa opção. Isto porque as perspectivas de upside (valorização) não são muito boas. “Pode levar muito tempo para o imóvel se valorizar e não há nenhuma garantia de que isso aconteça. Ainda há uma oferta grande nos EUA e o país ainda enfrenta algumas dificuldades”, afirma Frankel.

De acordo com ele, o fato de a economia norte-americana ainda não ter dado sinais de um forte aquecimento faz com que investir em um bem nos EUA seja uma alternativa arriscada neste momento. “Acho que o mercado ainda deve demorar um pouco para se recuperar e, por isso, não aconselho uma compra deste tipo com objetivo de investir”, diz

Dólar barato e desvalorização dos imóveis nos EUA
Já o diretor da Save Invest, empresa de consultoria imobiliária, Diego de Cerqueira Lima, acredita que a compra de imóveis nos Estados Unidos ainda é, sim, uma boa opção de investimento.

Segundo ele, a desvalorização do dólar nos últimos anos e a queda de preço dos imóveis nos EUA fazem com que ainda hajam boas oportunidades disponíveis naquele país. “Com a crise do subprime, o preço dos imóveis caiu muito nos Estados Unidos”, diz. “Há imóveis que se desvalorizaram até 70%”, completa o executivo.

Lima aponta que, mesmo com alguma recuperação do mercado imobiliário no País, ainda há imóveis subvalorizados. Por isso, ele afirma que quem quer comprar um imóvel nos EUA precisa se atentar para as pechinchas que ainda podem ser encontradas.

“É preciso aproveitar as oportunidades. Ainda há imóveis baratos em muitas regiões e a cotação do dólar, apesar de uma valorização recente, também contribui para que este tipo de aquisição seja interessante”, afirma.

Já Frankel ressalta que não se pode comparar os preços dos imóveis no Brasil com os dos EUA fazendo apenas a conversão da moeda. “Quando comparar preços no exterior, deve-se também comparar as localizações, rendas, custos de vida, custos dos terrenos, custos de mão de obra, créditos, taxas de juros, etc”, diz.

O que olhar antes de comprar
De acordo com o diretor da Save Invest, os procedimentos de segurança adotados antes de adquirir um imóvel nos Estados Unidos devem ser os mesmos de quando se compra uma residência no Brasil.

“É preciso saber quem é o agente que está intermediando aquela compra, se é ou não autorizado a fazer este tipo de transação, se a empresa que faz a gestão do imóvel é idônea, etc”, afirma o executivo.

Além disso, ele aconselha que o comprador do imóvel conheça a área onde ele está localizado e saiba o potencial de valorização da região, assim como os possíveis problemas do local. “Parte-se do pressuposto de que quem vai adquirir um imóvel fora do país tenha disponibilidade e facilidade para viajar para o local e que conheça bem a região onde se localiza o bem”, afirma Lima.

Impostos
Quem pretende comprar um imóvel nos EUA também precisa se atentar para os impostos. Isto porque a tributação para imóveis no país é bem diferente daquela que nós temos no Brasil e existem algumas peculiaridades, como a “lei da herança”.

Por isso, o diretor da Save Invest aconselha que o comprador procure uma assessoria jurídica, que conheça a legislação do local onde o imóvel se encontra nos EUA (lá, a legislação é definida de acordo com a jurisdição onde imóvel está localizado). “É importante procurar uma assessoria especializada para evitar problemas”, afirma Lima.

Fonte: InfoMoney

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Preço de apartamentos usados sobe 1,6% em outubro

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SÃO PAULO – O preço de venda de apartamentos usados aumentou, em média, 1,6% em outubro, ante 1,9% registrado no mês anterior, revelou o indicador elaborado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) e pela Zap Imóveis, que trata de unidades residenciais anunciadas em seis capitais brasileiras e Distrito Federal.

Em outubro, conforme o levantamento, os preços subiram mais no Rio de Janeiro (1,9%) e em São Paulo (1,9%). Na sequência vieram Fortaleza e Recife, ambas com expansão de 1,2%. Salvador apresentou alta de 1% e Belo Horizonte e Distrito Federal mostram, ambas, variação positiva de 0,7%.

Em 12 meses, o Rio de Janeiro acumula alta de 39,8%, Recife, de 29,3%, São Paulo, de 28,6%, Belo Horizonte, de 25,6% e Distrito Federal, de 17,5%. Salvador registrou a alta menos intensa no período, de 7,9%.

No ano, o destaque é novamente o Rio de Janeiro, com alta nos preços de 31,2%, seguido mais uma vez por Recife, que acumula acréscimo de 26,4%, e São Paulo (23,2%). Na média, houve alta de 23,2% no acumulado do ano.

Número de dormitórios
O indicador ainda acompanha o preço segundo o número de dormitórios. Em outubro, a valorização mais intensa foi a dos imóveis de quatro dormitórios, com alta de 2%, seguidos pelos de dois e três dormitórios, ambos com alta de 1,6%. Os imóveis de um dormitório mostraram acréscimo de 1%.

Desde janeiro de 2008, em São Paulo, os apartamentos com um e dois dormitórios apresentaram variação de 133% e 128%, respectivamente, os de três dormitórios apresentaram alta de 109%, enquanto os de quatro ou mais dormitórios variaram 84%.

No Rio de Janeiro, por sua vez, os apartamentos de um dormitório ficaram, no período, 167% mais caros. Os de dois e três dormitórios subiram 144% e 139%, respectivamente, enquanto os de quatro quartos tiveram alta de 134%.

Preço médio
No geral, o preço médio do metro quadrado foi de R$ 6.032 no mês passado, com destaque para o Distrito Federal, que chegou a R$ 7.914 no período, conforme a tabela a seguir:

Preço médio anunciado do metro quadrado
Local Outubro 2011
Distrito Federal R$ 7.914
Rio de Janeiro R$ 7.218
São Paulo R$ 5.885
Belo Horizonte R$ 4.519
Recife R$ 4.513
Fortaleza R$ 4.230
Salvador R$ 3.487
Fonte: Fipe/Zap Imóveis

Fonte: uol.com.br

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Preço de apartamentos usados sobe 1,6% em outubro

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SÃO PAULO – O preço de venda de apartamentos usados aumentou, em média, 1,6% em outubro, ante 1,9% registrado no mês anterior, revelou o indicador elaborado pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica) e pela Zap Imóveis, que trata de unidades residenciais anunciadas em seis capitais brasileiras e Distrito Federal.

Em outubro, conforme o levantamento, os preços subiram mais no Rio de Janeiro (1,9%) e em São Paulo (1,9%). Na sequência vieram Fortaleza e Recife, ambas com expansão de 1,2%. Salvador apresentou alta de 1% e Belo Horizonte e Distrito Federal mostram, ambas, variação positiva de 0,7%.

Em 12 meses, o Rio de Janeiro acumula alta de 39,8%, Recife, de 29,3%, São Paulo, de 28,6%, Belo Horizonte, de 25,6% e Distrito Federal, de 17,5%. Salvador registrou a alta menos intensa no período, de 7,9%.

No ano, o destaque é novamente o Rio de Janeiro, com alta nos preços de 31,2%, seguido mais uma vez por Recife, que acumula acréscimo de 26,4%, e São Paulo (23,2%). Na média, houve alta de 23,2% no acumulado do ano.

Número de dormitórios
O indicador ainda acompanha o preço segundo o número de dormitórios. Em outubro, a valorização mais intensa foi a dos imóveis de quatro dormitórios, com alta de 2%, seguidos pelos de dois e três dormitórios, ambos com alta de 1,6%. Os imóveis de um dormitório mostraram acréscimo de 1%.

Desde janeiro de 2008, em São Paulo, os apartamentos com um e dois dormitórios apresentaram variação de 133% e 128%, respectivamente, os de três dormitórios apresentaram alta de 109%, enquanto os de quatro ou mais dormitórios variaram 84%.

No Rio de Janeiro, por sua vez, os apartamentos de um dormitório ficaram, no período, 167% mais caros. Os de dois e três dormitórios subiram 144% e 139%, respectivamente, enquanto os de quatro quartos tiveram alta de 134%.

Preço médio
No geral, o preço médio do metro quadrado foi de R$ 6.032 no mês passado, com destaque para o Distrito Federal, que chegou a R$ 7.914 no período, conforme a tabela a seguir:

Preço médio anunciado do metro quadrado
Local Outubro 2011
Distrito Federal R$ 7.914
Rio de Janeiro R$ 7.218
São Paulo R$ 5.885
Belo Horizonte R$ 4.519
Recife R$ 4.513
Fortaleza R$ 4.230
Salvador R$ 3.487
Fonte: Fipe/Zap Imóveis

Fonte: uol.com.br

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