Ganho de Capital – Lucro Imobiliário

“Algumas situações em que você, ou seu cliente estão isentos do pagamento de Imposto”

Diariamente em todo o território nacional, ocorrem inúmeras operações imobiliárias. Entretanto, boa parte das pessoas não sabe que ao vender um imóvel, ou direito a ele relativo, pode estar sujeito ao pagamento de Imposto de Renda, diferente daquele que é recolhido anualmente, entre março e abril de cada ano – mas no mês subseqüente à alienação (ou venda) do bem. Vamos esclarecer que o Imposto de Renda, na verdade, só é devido quando existe o que se chama – ganho de capital. Em outras palavras, você só precisa pagar imposto de renda se vender o bem por um valor maior do que pagou por esse mesmo bem, à época de aquisição.

Nem sempre é preciso recolher imposto sobre o ganho de capital auferido, já que existem situações em que a Receita Federal isenta o contribuinte desse pagamento. Perante a legislação tributária, por exemplo, as indenizações são rendimentos isentos. Nesse contexto, a Receita Federal isenta do pagamento de imposto sobre ganho de capital devido à indenização da terra nua por desapropriação para fins de reforma agrária (conforme disposto no § 5º do art. 184 da Constituição Federal de 1988), e indenização por liquidação de sinistro, furto ou roubo ao objeto segurado.

Está isento de pagamento a alienação por valor igual ou inferior a R$ 440.000,00, do único bem imóvel que o titular possua, individualmente, em condomínio ou em comunhão, independentemente de se tratar de terreno, terra nua, casa ou apartamento, ser residencial, comercial, industrial ou de lazer, e estar localizado em zona urbana ou rural, desde que não tenha efetuado, nos últimos cinco anos, outra alienação de imóvel a qualquer título, tributada ou não, sendo o limite considerado em relação: (1) à parte de cada condômino ou co-proprietário, no caso de bens possuídos em condomínio, inclusive na união estável; (2) ao imóvel possuído em comunhão, no caso de sociedade conjugal.

Também está isenta do pagamento de imposto sobre ganho de capital a venda dos imóveis que foram adquiridos até 1969. O ganho de capital auferido nos casos de permuta de unidades imobiliárias em que não é feito pagamento de diferença em dinheiro também está isento de Imposto de Renda.

A partir de 16 de junho de 2005, com a edição da Medida Provisória nº 252 (chamada MP do Bem), que foi regulamentada em 21 de novembro de 2005, pela Lei nº 11.196, o ganho auferido por pessoa física residente no país na venda de imóveis residenciais, desde que o alienante, no prazo de até 180 dias contado da celebração do contrato, aplique o produto da venda na aquisição de imóveis residenciais localizados no país. A opção pela isenção de que trata este item é irretratável e o contribuinte deverá informá-la no respectivo “Demonstrativo da Apuração dos Ganhos de Capital da Declaração de Ajuste Anual”.

Preste atenção numa coisa:
· No caso de venda de mais de 1 (um) imóvel, o prazo de 180 (cento e oitenta) dias será contado a partir da data de celebração do contrato relativo à primeira operação.
· A aplicação parcial do produto da venda implicará tributação do ganho proporcionalmente ao valor da parcela não aplicada.
· No caso de aquisição de mais de 1 (um) imóvel, a isenção de que trata este item aplicar-se-á ao ganho de capital correspondente apenas à parcela empregada na aquisição de imóveis residenciais.
· O contribuinte somente poderá usufruir do benefício de que trata este item 1 (uma) vez a cada 5 (cinco) anos, contados a partir da data da celebração do contrato relativo à operação de venda com o referido benefício ou, no caso de venda de mais de 1 (um) imóvel residencial, à 1ª (primeira) operação de venda com o referido benefício.
· Na hipótese de venda de mais de 1 (um) imóvel, estarão isentos somente os ganhos de capital auferidos nas vendas de imóveis residenciais anteriores à primeira aquisição de imóvel residencial.

Relativamente às operações realizadas a prestação, aplica-se a isenção, observada as condições precedentes:
I – nas vendas a prestação e nas aquisições à vista, à soma dos valores recebidos dentro do prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da data da celebração do primeiro contrato de venda e até a(s) data(s) da(s) aquisição (ões) do(s) imóvel(is) residencial(is);
II – nas vendas à vista e nas aquisições a prestação, aos valores recebidos à vista e utilizados nos pagamentos dentro do prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da data da celebração do primeiro contrato de venda;
III – nas vendas e aquisições a prestação, à soma dos valores recebidos e utilizados para o pagamento das prestações, ambos dentro do prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contado da data da celebração do primeiro contrato de venda.

Não integram o produto da venda, para efeito do valor a ser utilizado na aquisição de outro imóvel residencial, as despesas de corretagem pagas pelo alienante.

Considera-se imóvel residencial a unidade construída em zona urbana ou rural para fins residenciais, segundo as normas disciplinadoras das edificações da localidade em que se situar.

A isenção aplica-se, inclusive:
I – aos contratos de permuta de imóveis residenciais;
II – à venda ou aquisição de imóvel residencial em construção ou na planta.

A isenção não se aplica, dentre outros:
I – à hipótese de venda de imóvel residencial com o objetivo de quitar, total ou parcialmente, débito remanescente de aquisição a prazo ou à prestação de imóvel residencial já possuído pelo alienante;
II – à venda ou aquisição de terreno;
III – à aquisição somente de vaga de garagem ou de boxe de estacionamento.

A MP do Bem também alterou o fator redutor, que é aplicado no cálculo do ganho de capital auferido com a venda de imóveis. Vale notar que o fator já era adotado na venda de imóveis adquiridos entre o período de 1969 e 1988. Nesses casos, o fator varia de 100% para imóveis adquiridos em 1969 e até 5% para imóveis comprados em 1988.

Como funciona o fator? – Por exemplo: se na venda de um imóvel comprado em 1988 o ganho de capital auferido foi de R$ 100.000,00, o que o fator redutor faz é diminuir esse montante em 5%, de forma que o ganho de capital reduz para R$ 95.000,00. Saiba que esse percentual de redução é automaticamente calculado pelo programa suporte de ganho de capital, e não precisa ser preenchido pelo contribuinte.

O que mudou com a MP? – Com a edição da MP do Bem, o fator redutor passou a ser aplicado também sobre imóveis mais novos. Pela MP, o fator aplicado será de 0,35% a.m., ou 4,20% a.a., em que o bem permaneceu sob propriedade do vendedor, desde que este cálculo não ultrapasse a data de janeiro de 1996.

Assim, por exemplo, um imóvel adquirido em junho de 2002 por R$ 100.000,00 e que foi vendido em junho de 2007 por R$ 175.000,00 não recolhe imposto sobre R$ 75.000,00. É sobre a diferença entre o valor corrigido (R$ 123.000,00) e o valor de venda (R$ 175.000,00) que o imposto é calculado. Na prática isso permite reduzir o imposto inicialmente devido de R$ 11.250,00 (ou 15% de R$ 75.000,00) para R$ 7.800,00 (ou 15% de R$ 52.000,00).

Uma situação bastante comum ocorre nos casos em que o bem ou direito não pertence a uma única pessoa, mas sim a um grupo de pessoas. Como calcular, por exemplo, o ganho com a venda de um imóvel que pertence a mais de uma pessoa. Nesse caso, o tratamento tributário vai depender de como a posse do bem é compartilhada.

No caso de bens possuídos em condomínio, o que inclui os casos de união estável, o valor da venda é calculado de acordo com a parcela pertencente a cada condômino ou co-proprietário. No caso de união estável, essa parcela é fixada em 50%.

Assim, no caso de imóvel possuído em condomínio, cada um dos condôminos está isento do recolhimento do imposto, desde que a sua parte não supere o teto de R$ 440.000,00.

O mesmo já não acontece nos casos em que os bens são possuídos em comunhão. Esse é o caso, por exemplo, das sociedades conjugais, que são estabelecidas entre casais e cujos termos variam de acordo com o regime do casamento. Nesses casos, o teto de isenção não é baseado na parte que pertence a cada um dos cônjuges, mas sim ao valor do bem como um todo.

Por fim, saiba também que o montante investido com benfeitorias realizadas no imóvel, podem ser incorporados ao valor do mesmo para cálculo do ganho de capital, ou seja, o que você fez com melhorias, tais como – reformas, aumento de área construída, acessórios fixos como armários embutidos – troca de materiais – inclusive, mão-de-obra, são computados, desde que tudo isso seja documentalmente comprovado, isto é, notas fiscais, recibos válidos, etc. Portanto, a partir de agora seja cauteloso com as benfeitorias realizadas em seu imóvel, e trate de documentar-se, pois isso lhe trará muitos dividendos no futuro. Se você for muito cuidadoso, registre também os valores pagos com impostos e taxas referentes ao registro do imóvel, pois isso também justifica e aumento no valor do bem ao longo dos anos, servindo para diminuir o ganho de capital no montante da venda. A despesa de corretagem paga ao corretor pela intermediação na aquisição do imóvel pode integrar o custo de aquisição, desde que o adquirente tenha suportado o ônus. (Art. 17, I, “c” do IN SFR nº 84/2001).

É bom comentar que estamos analisando as variáveis de isenção de ganho de capital de maneira simples. Este tema é bem complexo e cada caso requer atenção especial para sua situação. Aconselhamos procurar um especialista da área tributária quando pensar em fazer uma operação imobiliária – notadamente se você estiver na condição de vendedor.

Infelizmente, muitos profissionais que atuam na área imobiliária, não possuem conhecimento dessa matéria, ou a possuem de maneira superficial, fazendo com que haja alguns equívocos desagradáveis. (Na verdade, ser especialista neste tema não é papel do corretor de imóveis). Alguns que possuem conhecimento dessa matéria são agraciados de bom saber.

No Site da Receita Federal, você encontra o programa “Ganho de Capital”, podendo fazer um download para sua máquina gratuitamente, e lhe ajudará em muito na compreensão desse tema. Caso queira baixar o programa acesse: www.receita.fazenda.gov.br/PessoaFisica/GanhoCapital/2009/GCapital/programa2009.htm, escolha a opção “Cópia no Disco Rígido” e siga as instruções.

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Laércio Galdino
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 Inicialmente postado no Blog: Rede Morar

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238 respostas a Ganho de Capital – Lucro Imobiliário

  1. Giovani disse:

    Prezados,
    Uma dúvida com relação a venda de imóvel com valor mensal de até R$ 35 mil, no caso da venda de um imóvel com 24 parcelas mensais de até 35 mil, onde anualmente o valor seria de R$ 420.000,00… Haverá incidência do IR de 15%?

    Obrigado.
    Giovani

  2. Perini disse:

    Boa tarde
    Caro amigo.

    Adquiri este imovel em 22-12-1993 por R$ 65.000 e hoje estou vendendo o mesmo por R$ 144.000 para comprar outr no mesmo valor, pago IR sobre ganho de capital?

    Aguardo comentários

  3. jeferson disse:

    boa amigo, comprei uma fazenda por 120 mil no ano de 2002, hoje em 2012 vendi ela or 800 mil, mas vou comprar outra area de maior valor, tenho que paga IR sobre o ganho de caital ?

  4. Suely disse:

    Boa tarde
    Tenho uma dúvida, foi vendido um terreno da família deixado de herança pelo meu pai, o mesmo foi adquirido no ano de 1976, os herdeiros são minha mãe que hoje tem 79 anos e 5 irmãos, o valor vendido foi de R$ 45.000,00, o que quero saber e o seguinte:

    Precisamos pagar o imposto sobre ganho de capital?
    A minha ma

  5. Suely disse:

    Boa tarde
    Tenho uma dúvida, foi vendido um terreno da família deixado de herança pelo meu pai, o mesmo foi adquirido no ano de 1976, os herdeiros são minha mãe que hoje tem 79 anos e 5 irmãos, o valor vendido foi de R$ 45.000,00, o que quero saber é o seguinte:

    Precisamos pagar o imposto sobre ganho de capital?
    A minha mãe é isenta?
    Como devemos fazer este recolhimento?

    Desde já obrigada.

  6. suely disse:

    Boa Noite,

    Tenho uma dúvida: Minha mãe vendeu um terreno fruto de herança deixada pelo meu pai, o valor do mesmo foi de R$ 45.000,00, os herdeiros são minha mãe que tem hoje 79 anos e cinco filhos. O mesmo foi comprados no ano de 1976.

    Quero saber o seguinte: Precisamos recolher impostos?
    Se necessário, como devemos Fazer?

    Aguardo resposta,
    Desde já, obrigada.

  7. Renato disse:

    Adquiri um imóvel em 11.2001 por R$144.000, sendo R$90.000 com recursos próprios e R$54.000 financiados.

    Agora em 2012 vendí o imóvel por R$615.000, sendo R$15.000 de corretagem, R$600.000 líquido.

    É meu único imóvel e residencial.

    Com o dinheiro comprei outro apartamento usado de menor valor, R$440.000.
    Ainda financei uma parte R$50.000.

    De modo que dos R$600.000 liquidos que recebí, utilizei R$390.000 para pagar o apartamento adquirido. Os R$210.000 restantes utilizei para quitar outras dívidas, quitar o imóvel anterior.

    Então pergunto:

    1) No programa da receita de genhos de capital, respondo (X) Parcialmente na pergunta se o imóvel é residencial e os recursos serão usados para compra de outro em 180 dias?

    2) Se sim, no campo da VALOR da APLICAÇÂO respondo R$440.000 + As taxas cartoriais e registro apesar da parte que será financiada – R$50.000 ou respondo R$390.000 que é o valor que irei retirar dos R$600.000 liquidos que recebí da venda do meu imóvel?

    3) Se houve reforma no prédio que vendí o apartamento e tenho os boletos e declaração do síndico, posso acrescer este valor do custo de aquisição?

    4) Se o imóvel que vendi e que custou R$144.000 pagos R$90.000 a vista e R$54.000 financiados, respondo custo de aquisição R$144.000 + as reformas (acima citadas) ou respondo que o imóvel foi comprado em partes e coloco o valor de cada parcela paga de 2001 a 2012, considerando a entrada inclusive?

    5)É correto considerar que se há isenção até R$440.000 para o único imóvel residencial, o programa da receita deveria calcular o ganho de capital a partir de R$440.001,01?
    Por exemplo, se vendí o imóvel por R$600.000 e o custo de aquisição foi de R152.000?
    O ganho de capital não seria? (R$600.000 – R$440.000 = R$160.000) – R$152.000 = R$8.0000, portanto R$8.000 seria o ganho de capital?
    Certo ou errado?

    Desde já agradeço pela atenção.

  8. ELIO DE BORTOLI disse:

    Adquiri, por herança, um imóvel urbano, sou pessoa física, o óbito ocorreu em 1998 e a partilha foi registrada no R.de Imóveis em 2002.
    Qual a data-base para fins de cálculo do I.R.
    Aguardo resposta.
    Elio de Bortoli

  9. Javier disse:

    Tinha um imõvel que comprei por 90 mil e vendi por 220 mil ha 4 meses. Ele era meu unico imovel e pretendo comprar outro, mas ainda nao tenho nada em vista. Se eu passar do periodo de seis meses para comprar o outro imovel terei que pagar o lucro imobiliario?
    Aguardo sua ajuda. Obrigado

  10. Ricardo disse:

    Comprei um imóvel em 2008 por R$80.000,00 e em agora 2012, melhor dizendo em 02 de março, vendi por R$ 180.000,00, porem por falta de informação não recolhi o imposto do lucro e não consegui encontrar outro imóvel até agora.
    Como devo proceder, tem multa nessa diferença de data se eu pagar agora?
    Se eu não conseguir encontrar um imóvel,quando terei de pagar?

  11. Regina Amabile disse:

    Bom dia !
    Li seu artigo sobre Lucro Imobiliário . Quando você fala que um apto comprado em 2002 –por $100.000,00 e vendido em 2007 –por $175.000,00 , não pagará imposto sobre$75.000,00 e valorizou o imóvel em $123.000,00 (como? ) Não é proibida a valorização dos imóveis na declaração do IR ?
    Atenciosamente
    Regina Amabile
    Muito bom seu artigo .

  12. solange disse:

    Bom dia,
    gostaria de entender como calcular o lucro imobiliário sobre a venda de um imóvel residencial que adquiri em 1986 por CZ$55.000,00 e venho declarando no ir por R$54.000,00. Estou vendendo por R$250.000,00. Pretendo comprar outro imóvel, mas não sei se consigo em 180 dias.Tem algum abatimento por ter sido adquirido há mais de 25 anos?
    grata
    Solange

  13. DANIELA disse:

    Boa noite.
    Primeiramente parabéns pelo blog. Muito interessante e esclarecedor.
    Tenho uma casa que comprei de R$35000,00 (2008), e hoje esta valendo R$250000,00.
    Porem toda reforma que fiz não averbei. Pagando a averbação, o valor do ganho de capital será a diferença do valor da venda com o valor do bem atualizado na averbação (além claro do MP 4,2aa)
    Além disso a parte do corredor seria abatido caso fosse emitido um recibo por ele, ou seria melhor separar do valor declarado da venda do bem?
    att

  14. Ana disse:

    Boa Tarde , estou vendendo um apartamento (declarado no IR R$ 85 Mil) por R$ 330 Mil , não vendi nenhum outro imóvel nos ultimos 5 anos e tenho somente um Terreno em meu nome , a duvida é se preciso ou não pagar Lucro Imobiliário .

  15. giuliano disse:

    Tenho uma casa comprada em 2005 e um terreno comprado em 2009, se eu vender a casa eu fico livre do pagamento de ganho de capital tendo em vista que a casa tem valor inferior que 440.000,00 ?

  16. Antonio Conrado disse:

    Bom Dia,

    Gostaria de saber se terei que pagar imposto sobre ganho de capital na situação a seguir :

    Vendi um imóvel que adquiri em junho 2002 por R$ 80.000 em Julho de 2009 por 160.000 obtendo ganho de capital ( isento de imposto ) de R$ 40.000.

    Adquiri em setembro de 2009 um outro imóvel por R$ 360.000. Este imóvel está avaliado nos dias de hoje em R$ 1.000.000. Gostaria de vende-lo e aplicar todo o valor da venda na compra de um novo imóvel.

    Pergunto : Terei de pagar imposto sobre ganho da capital caso o venda agora, ou terei de esperar que se completem os 5 anos da aquisição do imóvel para poder vende-lo sem o imposto ?

    Grato.

    Antonio Conrado

  17. Cecilia disse:

    Comprei um apartamento com financiamento da Caixa e ainda estou pagando o financiamento. Vou vender outro imóvel, e pretendo quitar parte do financiamento esta venda. Preciso pagar lucro imobiliário?

  18. Floriano disse:

    Gostaria de saber se eu posso usufruir do direito de isenção do Ganho de Capital, se eu houver vendido um imóvel, há menos de cinco anos, mas pagando o imposto devido (15%) de ganho de capital.
    Obrigado.

  19. Jony Brunner disse:

    Boa tarde.

    Adquiri um imóvel em fev/2003 por 76.000,00 vendi em nov/2012 por 265.000,00.
    Comprei outro imóvel na planta em nov/2009, onde paguei parcelas no montante de 106.000,00 e tenho uma dívida de 300.0000,00 a financiar com a construtora agora na entrega do mesmo. Vendi o mesmo em 31/01/2013 por 660.000,00 (Entr 360 + transf dívida) através de cessão de direitos.
    Comprei outro imóvel em 12/01/2013, por 780.000,00

    Pergunta, vou ter que pagar algum lucro imobiliário se eu utilizar todo o valor da venda dos dois imóveis para a compra do 3º?
    A questão das datas de venda e compra compromete alguma coisa na operação?

    Obrigado

    Jony

  20. Felipe disse:

    Olá Laércio,

    Adquiri meu imovel por R$ 600 mil e vou vendê-lo por R$ 1 milhão. Comprarei outro por R$ 800 mil, vou investir a diferença (R$ 200mil) em uma reforma, se fizer isso eu também estou isento do lucro imobiliário?
    Abs

  21. Regina disse:

    Bom dia. Moro em Portugal a 12 anos e tenho um imovel no Brasil de 800.000,00 o qual quero vender e comprar outro, sendo eu residente no exterior tenho direito a isenção? Senão o que tenho que fazer para ter isenção? Agradeço que me respondam. Obrigada

  22. Cida disse:

    Comprei um apto em construção e pague até 12/201228.966,70 e vendi por 39.249,78 E TRANSFERI A DIVIDA PARA OUTRA PESSOA a diferença de 10.283,66 x 15% R$1.542,54 devo pagar IR ganho de capital???

  23. Ricardo disse:

    Bom dia

    Vendi um terreno em 2013 com um lucro de R$ 95 mil, mas tive um outro imóvel que foi vendido em 20o9 (com menos de 5 anos) mas que obtive um lucro de R$ 30 mil (abaixo dos R$ 35 mil, limite de isenção), e portanto não tive a obrigatoriedade do preenchimento. Pergunta, esse imóvel que ficou isento é considerado alienado ou não?
    Vou ter que pagar pelo ganho de capital do terreno que eu vendi em 2013?
    O fato de eu não ter a obrigatoriedade no preencimento do imóvel de menor valor, não seria considerado como alienado?
    Muito Obrigado

    Ricardo

  24. wania bie monteiro disse:

    Tenho um imovel com meu ex marido desde 1982, nos separamos judicialmente em 1991, não fizemos partilha de bens.O imovel esta declarado como 45,000,00, na verdade houve um aumento de área de 54m2 para 129m2, já legalizada na prefeitura. Ele não tem recibos das obras, muito pouco, mas o fato desse aumento de área e o iptu mostrando isso, (pelo iptu o imovel vale muito mais agora) serve como comprovação para aumentar o valor do imovel?Penso em vende-lo, e terei que pagar lucro imobiliario, pois já tenho um imovel, só eu, ele não. Devo vender em torno de 400.000,00. Somos casados com regime parcial de bens, já li que o ganho de capital é pelo todo e não 50%, então, gostaria de saber como será pago o lucro imobiliario, no meu nome todo o valor ou metade no dele e a outra no meu? Até hoje o imovel é declarado no imposto de renda dele, não no meu, achamos não ter problema, já que não houve partilha e o im[ovel está declarado como 45.000,00. Li tbm que nõ é obrigatório declarar a compra de imovel com valor abaixo de 300.000,00, isso procede?
    Desde já agradeço.

  25. Fabricio Dias disse:

    Boa tarde Laercio,
    Minha esposa adquiriu um apartamento quando era solteira, nem nos conhecíamos… e eu adquiri outro quando solteiro também. Depois de casarmos, comunhão parcial de bens, compramos juntos neste ano de 2013 um terreno parcelado. Se ela vender o apartamento dela, auferindo um ganho de capital, e eu vender o meu também, destinando esse ganho de capital para a construção de nossa casa, poderemos ter isenção de imposto de renda ?

  26. TRICA disse:

    Comprei um terreno em 2009. Neste terreno foram construidas 4 casinhas de 50 m2
    em parceria com um terceiro. Eu fiquei com duas casas ele com outras duas. Nãs gastei nada.Tenho contrato firmado com este terceiro que fala do rateio acima. Todas as 4 cas as estão em meu nome, aprovadas . Agora chegou a hora da venda. Os financiamentos pela CEF sairão em meu nome. Pergunto
    como repassar o dinheiro que pertence ao meu parceiro?
    Como pagar o lucro imobiliário ?
    Como agir para que ninguem seja prejudicado ?
    Obrigado

  27. Teruko disse:

    Meu marido (falecido) adquiriu um sitio em sociedade com minhas 2 filhas, solteiras,(1/3 cada). Em 20 de dezembro de 2012, o imovel foi vendido. Não estou isenta por possuir outro imovel, apesar do valor total não ter atingido R$440 mil. Desconhecia sobre o recolhimento do Imposto no mes subsequente ao da venda do imovel. A minha duvida é:
    1) Se ,preciso mesmo recolher esse Imposto , como devo recolher ( mesmo sendo esse valor individual muito inferior a R$ 440- que foram divididos em 4 por força do formal de partilha).
    2) Como recolher, agora, após o prazo .
    3) Caso utilizemos parte ou integralmente desse valor , na aquisição de um segundo imovel, teremos como reaver esse Imposto pago? Gostaria desses esclarecimentos.
    4) E como deve ser preenchida a declaração?
    Grata pela atenção,
    Teruko

  28. DOLivar disse:

    tenho uma casa em atibaia comprada em 1974 por CR$ 19.215.00 e um terreno vizinho em 1980 por CR$ 160.000,00. Estão na Declaração de IRPF respectivamente com os seguintes valores R 30.615,00 e R 8.572,oo.

    Ambos foram vendidos agora em dezembro de 2012 , por respectivamente R 205.000,oo e R 25.000,00

    possuo outros imoveis

    gostaria de saber como fazer o lucro imobiliario e se tenho que pagar ou estaria isento pela antiguidade da compra dos imoveis

    obrigado

  29. Antonio disse:

    Em 1997 comprei uma pequena propriedade rural por R$ 29.000,00, em 2011 vendi por R$ 320.000,00, recebendo R$ 120.000,00 em 2011 e o restante R$ 200.000,00 em 2012.
    Na declaração de Imposto de Renda 2011/2012, declarei no demonstrativo de ganho de capital o R$ 120.000,00, no Imposto de Renda de 2012/2013, declaro so o valor recebido de R$ 200.000,00?
    obrigado

  30. Antonio disse:

    Em 1997 comprei uma pequena propriedade rural por R$ 29.000,00, em 2011 vendi por R$ 320.000,00, recebendo R$ 120.000,00 em 2011 e o restante R$ 200.000,00 em 2012.
    Na declaração de Imposto de Renda 2011/2012, declarei no demonstrativo de ganho de capital o R$ 120.000,00, no Imposto de Renda de 2012/2013, declaro so o valor recebido de R$ 200.000,00?
    Aguado uma orientação
    obrigado

  31. Luciana disse:

    Compramos a estrutura de uma casa num terreno em 2011 por 200 mil, mas registro o valor foi de 150 mil. Terminamos a casa e regularizamos junto a prefeitura e inss da obra, só faltando a averbação na escritura. Iptu atualizado tb. Estamos vendendo por 480 mil. Como calculo o lucro imobiliário? Preciso dar um valor novo na averbação da casa no terreno? Sem sim, como calculo o novo valor da casa?

  32. José Carlos da Silva disse:

    Boa tarde
    Gostaria de saber se a MP do bem se aplica em terreno sem edificação.
    Grato
    José Carlos

  33. Anderson disse:

    Bom dia.
    Tenho um financiamento pela CEF e quero quitá-lo antes do prazo contratado, mas para isso vou incluir minha esposa para uso do FGTS dela ainda neste mês 05/13, tendo em vista que no contrato inicial e registro de imoveis consta somente meu nome.
    Obs.: não vendi/comprei nenhum imovel nos últimos 5 anos.
    A ideia é vender este imoveis daqui a 1 ano. Terei que pagar esse imposto sobre ganho de capital nesta situação?
    Obrigado
    Anderson

  34. MATHEUS disse:

    Olá, comprei um imovel em 2003 por 36 mil e estou vendendo hoje 2013 por 200 mil para aquisição de outro imovel ambos residenciais, vou comprar um imovel de mair valor que os 200mil e financiar o restante, pagarei IR sobre essas operações?

    Des de já agradeço.

  35. Raquel disse:

    Olá, gostaria de saber se eu vender um terreno que declarei por 19.000,00 quando comprei e agora estou vendendo por 65.000,00 vou ter que pagar imposto sobre o lucro imobiliario. Como será isso. Aguardo uma orientação.Obrigada.

  36. NETO disse:

    SEI QUE O BENEFICIO DA MP DO BEM PODE SER USADO A CADA 5 ANOS. MAS GOSTARIA DE SABER SE O BENEFICIO PODE SER APLICADO MESMO QUE EU TENHA VENDIDO OUTROS IMOVEIS DURANTE ESSE PERIODO DE 5 ANOS?SENDO QUE FOI PAGO O LUCRO IMOBILIÁRIO.

  37. Cassia Reis disse:

    Em setembro de 1983 comprei um apto por Cr$ 5.000.000,00 e vendi em 2013 por
    R$ 320.000,00, gostaria de saber se vou pagar lucro imobiliario e se pagar qual o valor corrigido para cálculo do ganho de capital?

  38. Gostei demais do conteúdo.Gostaria de fazer uma pergunta

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